o observador O olho do observador interfere no objeto observado. Só um fantasma se embrulha no seu passado, explicando a si próprio com autodefinições baseadas numa vida já vivida. Você é aquilo que escolhe ser hoje, não o que escolheu antes. O vôo até a Lua não é tão longo. As distâncias maiores que devemos percorrer estão dentro de nós mesmos. Vencer não é competir com o outro. É derrotar os seus inimigos interiores. É a própria realização do ser. Se você é um filósofo que não consegue enxergar o que existe de vivo além dos livros e dos pós das bibliotecas, viva mais a filosofia, talvez um dia quem sabe, ao invés das citações dos mortos, você seja capaz de citar também o que esta dentro de você ,,,

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

IMAGEM

Olhei para lá e te vi a cantar
suspirei baixinho a perguntar-se.
O que seria sem ti?

Vim para mim bem ao fundo.
A resposta veio-me no olhar,
Senti arrepio só de pensar
de um dia, tudo terminar.

Sei o que nos une,
volta-me a mente a melodia que há.

Soneto divino em meus lábios,
retribuo no mesmo auge,
sentindo que nada terminará.

OH!segurança boa,
que o amor dá.
ASS: ARLINDO
01/01/2011
VOCÊ

APENAS VOCÊ.
VOCÊ ALEGRIA, VOCÊ TRISTEZA, VOCÊ; AMOR.
SEGURANÇA DE UM AMANHÃ,
VOCÊ; ESPERANÇA.
ALEGRIA, AMOR E ESPERANÇA, É VOCÊ.
TUDO SE RESUME, TUDO TEM SIGNIFICADO;
TUDO...TUDO...VOCÊ.
ASS: ARLINDO
31/01/2011
PERDÃO?

Caminho; busco
bruscamente. sei de você,
como sei! que tristeza!
e agora, o que fazer?

nem tudo se perdoa.
nem tudo é para sorrir, esquecer.
penso no que vou fazer
e vou indo para o escurecer.

o amanhã é meu,só meu.
porque recuar e buscar, buscar.

por isso amor,
siga; vá
sigo; vou
caminhos separam se ;
dois corações na dor.
ASS: ARLINDO
31/01/2011

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Lágrimas do Tempo
escrito em quarta



Caem em meu rosto as lágrimas do tempo,
E o tempo... o tempo não passa.
Cada segundo é um interminável período de solidão.
Solidão doída, sofrida, sentida no mais profundo de meu peito.
Caem em meu rosto as lágrimas do tempo,
E o sentimento... o sentimento de dor não para.
Cada suspiro é um insustentável provimento de dor.
Dor malígna, pérfida, doída no mais interno de meu peito.
Caem em meu rosto as lágrimas do tempo,
E o vento... o vento que trás o amor não passa.
Cada brisa é uma esperança renovada.
Esperança querida, desejada, almejada no mais intimo de meu peito.
Caem em meu rosto as lágrimas do tempo,
E as minhas lágrimas... as minhas lágrimas não caem.
As lágrimas que eu queria chorar, já chorei.
E chorando descobri que vivo, que respiro, já que não tem outro jeito.
Caem em meu rosto as lágrimas do tempo,
E o tempo... é o grande curador que me faz sarar,
Sarar a dor da solidão, que vem em vão.
Já que tenho em meu peito um coração, que só faz te amar...
ARLINDO......