Quando tudo parece morrer,
quando tudo parece terminar,
surge essa estranha fagulha,
fazendo nosso amor incendiar.
Renascendo, assim, quase do nada,
do sem querer querendo demais,
dos pequenos momentos vividos,
que não esqueceremos jamais.
Brota de nossas almas sofridas,
cansadas de tanta dor,
tentando amenizar as feridas,
às custas desse novo amor.
que nos mata a cada encontro.
Faz sentimentos, já esquecidos,
ressurgirem fortalecidos,
a cada pequeno reencontro
que porventura acontece.
Faz as emoções voltarem fortes,
na mesma intensidade de outrora
provando que dentro do peito,
escondido, esse amor ainda mora.
Mora, nesse nosso peito desastrado,
que se atrapalha feito criança,
diante desse amor inusitado.
que cresce cada vez mais.
Que não sabe decidir
entre o sim e o não,
deixando fortalecer,
lentamente, essa paixão.
E, quando tudo parece morrer,
quando tudo parece terminar,
surge essa estranha fagulha,
fazendo nosso amor incendiar.
a cada encontro e afagos...
(((( ARLINDO ))))
o observador O olho do observador interfere no objeto observado. Só um fantasma se embrulha no seu passado, explicando a si próprio com autodefinições baseadas numa vida já vivida. Você é aquilo que escolhe ser hoje, não o que escolheu antes. O vôo até a Lua não é tão longo. As distâncias maiores que devemos percorrer estão dentro de nós mesmos. Vencer não é competir com o outro. É derrotar os seus inimigos interiores. É a própria realização do ser. Se você é um filósofo que não consegue enxergar o que existe de vivo além dos livros e dos pós das bibliotecas, viva mais a filosofia, talvez um dia quem sabe, ao invés das citações dos mortos, você seja capaz de citar também o que esta dentro de você ,,,
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